sexta-feira, 9 de setembro de 2011

De Blanka a Max Payne, confira 10 games que se passam no Brasil

O Brasil é novamente cenário de um jogo de videogame com "Max Payne 3", produzido pela Rockstar. Mas no mundo dos jogos, o país sempre esteve em evidência, aparecendo em cenários de games de luta, tendo um personagem brasileiro ou até servindo como parte da história, como no caso do novo título. O game que chega ao mercado em 2012 traz o ex-policial Max Payne mais velho. Ele ele vem para o Brasil para ser segurança particular de uma família em São Paulo. Na capital paulista, ele entrará em favelas para enfrentar criminosos e traficantes. Uma das marcas tradicionais da franquia é a câmera lenta, que faz com que Payne ganhe um tempo extra para desviar das balas do inimigo e mirar com maior eficácia, estarão no game.
O G1 reuniu 10 jogos de videogame onde o Brasil é elemento de destaque; confira: 'Modern Warfare 2 tem missão em favela do Rio (Foto: Divulgação) 'Call of Duty: Modern Warfare 2' (2009) Na perseguição pelo vilão do game, a tropa do exército norte-americano em que o jogador faz parte desembarca no Rio de Janeiro. Ao investigar uma suposta ligação com os terroristas, o jogador entra em uma favela, sendo recebido a tiros por inimigos espalhados pelos barracos. Os inimigos falam em português. No modo de partidas on-line do jogo da Activision também há um cenário que se passa na favela, apresentando pontos perfeitos para se esconder e atirar no adversário de um ponto superior.
'Street Fighter II' (1991) Um dos personagens mais conhecidos dos games é Blanka, o lutador brasileiro da franquia de luta. Sua aparência mostruosa, de acordo com a produtora do jogo, é porque ele foi criado na floresta após o avião em que estava cair no local. Ele usa choques elétricos contra os adversários, habilidade que aprendeu com enguias da região. O cenário do personagem no game é uma vila na Amazônia que, como característica marcante possui uma cobra enrolada em uma árvore. Em “Street Fighter IV”, última versão da franquia, o cenário de Blanka também é no Brasil, em uma ponte no meio da Floresta Amazônica.
'Street Fighter II' (1991) Um dos personagens mais conhecidos dos games é Blanka, o lutador brasileiro da franquia de luta. Sua aparência mostruosa, de acordo com a produtora do jogo, é porque ele foi criado na floresta após o avião em que estava cair no local. Ele usa choques elétricos contra os adversários, habilidade que aprendeu com enguias da região. O cenário do personagem no game é uma vila na Amazônia que, como característica marcante possui uma cobra enrolada em uma árvore. Em “Street Fighter IV”, última versão da franquia, o cenário de Blanka também é no Brasil, em uma ponte no meio da Floresta Amazônica.
'Street Fighter II' (1991) Um dos personagens mais conhecidos dos games é Blanka, o lutador brasileiro da franquia de luta. Sua aparência mostruosa, de acordo com a produtora do jogo, é porque ele foi criado na floresta após o avião em que estava cair no local. Ele usa choques elétricos contra os adversários, habilidade que aprendeu com enguias da região. O cenário do personagem no game é uma vila na Amazônia que, como característica marcante possui uma cobra enrolada em uma árvore. Em “Street Fighter IV”, última versão da franquia, o cenário de Blanka também é no Brasil, em uma ponte no meio da Floresta Amazônica.
'Where in the World is Carmen Sandiego' (1985) Game clássico de PC coloca o jogador na pele de um investigador que roda o mundo atrás de pistas sobre onde está Carmen Sandiego, uma criminosa famosa. Entre as localidades em que o gamer viaja está o Rio de Janeiro. Na tela do computador, há uma explicação sobre o Brasil, contando que o idioma é o português e que o país foi uma colônia de Portugal. Recentemente, o título ganhou uma versão para o Facebook, mantendo traços do jogo original, sendo posível, no entanto, pedir ajud
Nós somos felizes!!! Tenham uma excelente semana! Abraços, Clésia Votado como o melhor e-mail deste ano.
Se você acha que você é infeliz, olhe para eles:
*Se você acha que seu salário é baixo, que tal ela?
*se você acha que sofre na vida, você sofre o tanto quanto ele?
*se você reclama sobre o seu sistema de transporte, que tal eles?
*se você acha que você não tem tem muitos amigos...
*quando você pensa em desistir, pense neste homem.
*se a sua sociedade é injusta com você, que tal a dela?
*aproveite a vida como ela é e como ela vem. As coisas são piores para os outros e muito melhores para nós.
*existem muitas coisas na vida que irão surpreender os seus olhos mas poucas coisas irão surpreender o seu coração (s2)...
*estudar te chateia? A eles não.
*odeia verduras? Eles morrem de fome..
*Enjoado dos mesmos jogos? Eles não tem opção! *o carinho de seus pais cansa você? Eles não tem nenhum...
*alguém te deu um adidas em vez de um Nike? Eles só tem uma *Não está agradecido por uma cama para dormir? Eles gostariam de não acordar! *você ainda está reclamando? *observe a sua volta e seja agradecido por tudo que você tem nessa vida passageira... * nós somos afortunados, nós temos muito mais do que precisamos para ser feliz... Vamos tentar não alimentar esse ciclo sem fim de consumismo e imoralidade no qual essa sociedade 'moderna e avançada' esquece e ignora os outros dois trilhões de irmãos e irmãs. * envie esta apresentação sem nenhuma obrigação ou expectativa em receber sorte. Não a mantenha, envie-a e não será em vão. * vamos reclamar menos e ajudar mais!

FUNCIONOU COMIGO

"Meu filho voltou a fazer xixi na cama."Aqui, você pode ajudar outras mães a resolverem problemas pelos quais já passou.Consegui tirar as fraldas do meu filho aos 2 anos. Só que de uns dois meses para cá, ele voltou a fazer xixi na cama. O que pode estar acontecendo e o que posso fazer?

Por que tantas cesáreas?

O Brasil, infelizmente, é campeão nesse ranking. Enquanto para a Organização Mundial da Saúde o índice aceitável seria 15%, dados do Ministério da Saúde mostram que no Sistema Público de Saúde ela representa 37% dos partos, e pasme: em alguns dos hospitais mais renomados de São Paulo, o número pode ultrapassar a casa dos 90%, segundo dados do Sistema de Informações de Nascidos Vivos da Prefeitura de São Paulo. São multifatoriais as causas que justificam esses altos números. É verdade que existem casos de mulheres que já chegam na primeira consulta dizendo que não querem tentar parto normal porque ouviu da prima de um amigo que uma mulher teve muita dor durante o parto normal. “O médico não pode se calar diante dessa situação. É preciso conversar com o casal e mostrar que muitos dos temores são infundáveis, e isso deve acontecer durante todo o pré-natal”, afirma Eduardo Souza, obstetra, da Universidade Federal de São Paulo. Mas não se pode dizer que as gestantes são as únicas responsáveis por essa situação. Os estudos, aliás, contradizem essa percepção. Eles mostram que o parto natural faz parte dos planos da maioria no início da gestação, mas elas acabam desistindo da ideia por falta de informação ou desestímulo do médico que a acompanha ou familiares. Luciana Ivanike Isolani, 30 anos, conta que durante sua primeira gestação nem cogitou a possibilidade de tentar o parto normal. “O médico me desencorajou durante todo o pré-natal dizendo que eu não teria dilatação suficiente. Me senti completamente incapaz.” Um motivo que explica esse grande número de cesáreas é que esse é um procedimento em que os médicos se sentem no controle da situação, justamente por ser uma cirurgia. “Os profissionais se sentem mais seguros”, afirma Gene Declercq, professor doutor do Departamento de Ciências da Saúde Comunitária da Universidade de Boston (EUA). Outro aspecto é a praticidade, tanto para as mães quanto para os obstetras. O médico consegue se organizar para fazer mais de um parto em um só dia, e não ficar horas acompanhando um único trabalho de parto. “Não é raro que a operação aconteça em dias úteis e em horário comercial, o que reforça a comodidade do agendamento. É comum ocorrer picos de cesáreas em vésperas de feriado”, afirma Maria Esther Vilela, obstetra, coordenadora do Departamento de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde. E ainda tem um dos pontos mais polêmicos, o fator financeiro. “Por ser uma cirurgia, a cesárea gera um custo maior e, consequentemente, paga melhor”, afirma Souza. A Agência Nacional de Saúde Suplementar afirmou à CRESCER que o fator cultural, ou seja, a mulher não querer o parto normal, é o determinante para o cenário atual, e não apenas a remuneração dos médicos. Mas, com a data agendada, o especialista tem outra vantagem: ele não precisa perder as consultas do consultório. Para mudar esse cenário, nos últimos anos a humanização dos partos passou a ser discutida por diferentes setores da sociedade. De acordo com Declercq, para que seja realmente significativa, a mudança deve ir além de questões estruturais. “Colocar fotos bonitas na parede e melhorar a cortina do quarto não é suficiente para definir a humanização do parto. É preciso que os profissionais transformem suas práticas, respeitando as decisões da mulher, as encorajando e interferindo somente quando necessário.” Para que você faça a melhor escolha, informação e confiança no seu médico é que vão fazer a diferença. Não queira nada menos que o melhor para você e para o seu bebê. BENEFÍCIO DO PARTO NORMAL PARA A MÃE Você já conhece vários motivos, não é? Uma pesquisa norte-americana revelou mais um: mulheres que entram em trabalho de parto e têm os bebês pelo método natural se sentem mais seguras e tranquilas do que as que fazem cesárea. Outras fontes: A Bíblia da Gravidez (CMS Editora); Arthur Habib, anestesista do Hospital São luiz (SP); Melania Amorim, professora de ginecologia e obstetrícia da Universidade Federal de Campina Grande (PB).; Martha Oliveira, gerente geral de regulação assistencial da Agência Nacional de Saúde Suplement

Espere seu bebê querer nascer

Alguns estados americanos estão criando regras para que o parto cesárea não seja mais feito antes das 39 semanas. Saiba por que é importante entrar em trabalho de parto e veja quais são os riscos de agendar a data da cesárea - para você e para o seu filho também Ana Paula Pontes e Isis Coelho Sim! Alguns dias fazem muita diferença na vida do bebê. É claro que existem exceções quando a gestação passa das 39 semanas ou, então, quando há realmente um motivo médico para que uma cesárea seja feita. No entanto, o aumento exponencial do número de cesáreas eletivas (aquelas realizadas sem nenhuma necessidade), tendo como consequência bebês com problemas, tem engatilhado uma série de alertas dos médicos sobre essa irresponsabilidade – no Brasil e no exterior. Nos Estados Unidos, segundo noticiou a Time, hospitais na Georgia, Flórida e Ohio vêm discutindo sobre o parto cirúrgico feito antes de 39 semanas. No Texas, por exemplo, para limitar os partos antes dessa época, uma legislação começou a entrar em vigor no dia 1o deste mês. Mas será que esse é mesmo o melhor caminho? Para Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP), esse tipo de lei significa um descrédito total da medicina. “Não deveria ter uma norma, e sim moral de todos os médicos. É ensinado em qualquer faculdade de medicina os aspectos fisiológicos do bebê na gravidez (e os riscos de ele nascer fora da hora). Então qualquer cesárea agendada sem razão e que resulte em alguma situação com o bebê é passível de processo”, diz. E reforça: “O que acontece é que, na maioria das vezes, por conveniência de algumas mães e médicos sempre há uma justificativa, mesmo que errada.” Segundo Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein (SP), apesar do viés desse tipo de ação dos hospitais americanos ser mais no sentido de proteção e responsabilidade legal, a consequência é boa para o bebê. “Criou-se uma cultura de que o bebê está pronto com 37 semanas, porque para fins de trabalhos científicos não consideramos prematuro a partir dessa época. Só que o momento ideal de ele nascer é quando a mulher entra em trabalho de parto, nunca antes disso”, reforça Alexandre. Tem que esperar, sim! Logo na primeira consulta com o obstetra, você fica sabendo em qual provável semana seu bebê vai nascer, certo? E aí já começa a planejar o enxoval, a calcular de que signo ele vai ser, ver se o aniversário dele será perto de algum feriado... Até aí, tudo bem. O problema é que muitas mulheres acabam usando essa estimativa para agendar a data do parto e fazer a chamada cesárea eletiva. Com medo do parto normal, por falta de orientação profissional ou até mesmo por comodidade, a data do nascimento, muitas vezes, acaba sendo decidida previamente. E, se por um lado isso ajuda a família a organizar a chegada do bebê, por outro, a data fixa pode levar ao parto antes do tempo ideal porque não se pode descartar um possível erro no cálculo gestacional. “É importante esperar que a mulher entre em trabalho de parto pois isso indica a maturidade do bebê e evita maiores complicações tanto para a mãe quanto para a criança”, afirma Wladimir Taborda, doutor em medicina pela Universidade Federal de São Paulo, colunista da CRESCER e autor de A Bíblia da Gravidez (CMS Editora). Se o parto for antes da hora, a criança pode desenvolver problemas respiratórios e, até mesmo, ter de passar alguns dias em uma UTI neonatal para compensar o período em que deveria ter ficado no útero. Uma recente pesquisa mostra consequências ainda mais graves. Conduzido por cientistas da March of Dimes Foundation, organização não governamental norte-americana que encabeça diversas campanhas contra o nascimento prematuro nos Estados Unidos, o estudo analisou 46 milhões de partos. Os pesquisadores concluíram que o risco de morte é maior para os que nascem antes da 39ª semana em comparação com aqueles que chegam até o final da gestação. A taxa de mortalidade infantil foi de 3,9 para cada mil bebês nascidos vivos a partir da 37ª semana, e de 1,9 para na 40ª semana. Como você viu, mesmo que ele não seja prematuro (ou seja, nasça antes da 37ª semana), não significa que esteja pronto. E, como a cesárea é uma cirurgia, a mãe também corre riscos, como infecção, laceração acidental de algum órgão abdominal, trombose, embolia pulmonar ou hemorragia. Ninguém está dizendo para se deixar de fazer cesáreas. Esse é um procedimento que salva vidas mas, segundo especialistas, só deve acontecer raramente (veja o quadro) . Em casos de diabetes gestacional ou problemas de pressão arterial, o médico também precisa avaliar. Caso vocês cheguem à conclusão que a cesárea é mesmo necessária, espere pelo menos o seu bebê indicar que quer nascer. O ideal é aguardar pelas contrações (que podem acontecer até a 42ª semana), sempre com acompanhamento do obstetra. Quando a mulher entra em trabalho de parto, o bebê passa por uma preparação para nascer que começa com as contrações uterinas. Elas funcionam como um alerta para a criança, que passa a liberar substâncias para o amadurecimento final do próprio organismo, como o hormônio corticoide, que age no pulmão – se você estiver em trabalho de parto e for preciso uma cesárea de emergência, a criança já vai estar com o organismo mais pronto. Além disso, o seu corpo também estará mais preparado para amamentar graças a hormônios liberados no trabalho de parto. A segunda etapa ocorre no parto. Quando o bebê passa pelo canal vaginal, os pulmões dele sofrem uma compressão que ajuda a eliminar líquidos e fluídos que possam causar algum desconforto respiratório posterior. É por tudo isso que não vale a pena agendar uma cesárea. Se você ficou aflita porque agendou o parto do seu bebê ou se estava pensando nessa possibilidade, tente manter a calma: você ainda tem tempo. A primeira atitude é conversar com seu companheiro e com o médico que acompanha você. Diga que deseja esperar pelo trabalho de parto. Como você viu, desde que suas condições de saúde e do bebê estejam normais, não há motivo para desistir. E aproveite para discutir com ele sobre o tipo de parto. Se você não ficar convencida que ele vai tentar o parto normal, veja se não é o caso de procurar a opinião de outro especialista ou até trocar de médico. “Bons profissionais estimulam uma segunda opinião e, inclusive, essa pode ser uma prática saudável para ajudar a diminuir a incidência de cesáreas eletivas no país”, afirma Taborda. A CESÁREA É INDICADA QUANDO... • Há sofrimento fetal ou o bebê tem problemas de crescimento. • Há placenta prévia (quando essa se interpõe entre o bebê e o colo do útero) ou deslocamento prematuro de placenta. • Existe uma obstrução vaginal (tumor). • A mãe tem herpes genital e a lesão está ativa até um mês antes do parto. • Em casos de gestações múltiplas (não é regra). • A abertura da mãe for pequena para o tamanho do bebê. • A criança está na posição atravessada ou deitada e não foi possível virá-la para a correta.

Qual o melhor jeito de carregar o bebê?

Uma professora da Universidade de Tecnologia de Sydney, Austrália, causou polêmica em uma reportagem do jornal inglês Daily Mail, no mês passado, ao afirmar que carregar crianças viradas para frente (o mesmo vale se ela for transportada em carrinhos) é algo "cruel, estressante e terrível". Cathrine Fowler foi além: "Imagine se você estivesse sendo carregado amarrado pelo tronco, com as penas e braços soltos, indo em direção à multidão – o quanto isso não seria assustador?". Para ela, é essa a sensação de crianças e bebês que ficam nessa posição. Segundo a professora, bebês não estão preparados para o excesso de estímulos e poderiam ficar com medo (afinal eles perdem o contato visual com
os pais quando são carregados para frente). As considerações de Catherine se apóiam em um estudo de 2008, da Universidade de Dundee, no Reino Unido, que associou o ato de levar crianças viradas para frente com a ansiedade na vida adulta. Mas será mesmo que isso é tão perigoso quanto sugere a especialista? Para especialistas brasileiros, Catherine foi exagerada em suas considerações. “Não está comprovado que carregar o bebê de um determinada maneira é melhor ou pior que outra para o seu desenvolvimento”, explica Antônio Carlos de Farias, do Hospital Pequeno Príncipe (PR). Já o pediatra Eduardo Troster, do hospital Albert Einstein (SP), acredita que o assunto merece sutileza: "é claro que o excesso de estímulos não é algo muito bom para bebês pequenos, mas não dá para generalizar e dizer que isso faça mal". O neurologista explica que, nos primeiros meses a criança, pode, sim, ficar ansiosa por não ver um rosto familiar, o que não quer dizer, necessariamente, que isso será um trauma no futuro. "Por isso, o mais recomendado é que bebês de menos de 3 meses sejam carregados olhando para os pai", afirma Farias. Além disso, completa o especialista, o tempo também conta: tem muita diferença entre carregar uma criança por duas horas na posição de frente ou durante 15 minutos. Vai do bom senso dos adultos, acredita. Outro ponto importante é o desenvolvimento da musculatura da criança. "Antes dos 3 meses o bebê ainda é muito molinho, então carregá-lo para frente pode não dar o suporte devido à sua coluna", alerta Troster. E você, como carrega (ou carregava) o seu bebê?

5 erros que os pais cometem na hora de educar

Depois de muito conversar, você dá o ultimato ao seu filho: “vista-se ou nós vamos ficar em casa”. Ele sequer olha para você e não levanta do sofá. “Ok, nós vamos ficar em casa”. Não é verdade, mas você não sabe mais o que fazer para que seu filho coloque a roupa. Calma! Educar é muito difícil, cansativo e todos sabem dos seus esforços para fazer o melhor. Entre uma conversa e outra, porém, pode escapar uma mentira antes de perder a paciência, sem que você m perceba. CRESCER conversou com especialistas para mostrar os erros mais comuns que os pais cometem durante a educação. Ah, e como corrigi-los, claro. Confira. ERRO 1: Mentir “Esse carro só liga quando todos os passageiros estiverem com o cinto. Só falta você colocar o seu”. Quantas vezes, você já se pegou mentindo para o seu filho para conseguir que ele faça algo que você deseja? Pode ser mentira ou chantagem, não importa. A relação entre filhos e pais deve ser o mais clara possível. Como ele vai confiar se você mente? “E não importa o quanto essa mentira seja insignificante, toda vez que você mente, você perde a chance de conversar abertamente”, diz a psicoterapeuta Teresa Bonumá, de São Paulo. COMO CORRIGIR: Troque a mentira pela conversa. Seja objetivo e explique a situação em detalhes para a criança entender. Em vez de dizer que o carro só liga se o seu filho colocar o cinto, peça para ele colocar o cinto, porque só assim, vocês podem transitar com segurança. ERRO 2: Ameaçar e não cumprir Quem escolhe esse caminho, já sabe: da próxima vez que usar a mesma tática, seu filho não vai ouvi-la. Os exemplos são muitos: “se você não parar de jogar areia, vou tirar os seus brinquedos” ou “se você não me obedecer, vai ficar sem televisão”. Quando ele perceber que mesmo sem parar de jogar areia, os brinquedos continuam ali, não vai nem ligar quando você fizer o mesmo em uma próxima situação. COMO CORRIGIR: Em vez de ameaçar, avise o seu filho. Se ele persistir, tome alguma atitude imediatamente. Da próxima vez que isso acontecer, apenas o lembre do que aconteceu: “lembra que você ficou sem os brinquedos da última vez que jogou areia? Espero que isso não se repita, combinado?” ERRO 3: Desautorizar o pai (ou a mãe) na frente das crianças Após aquela arte que seu filho aprontou, seu marido decide colocá-lo de castigo. Durante a conversa entre eles, você se intromete, dizendo que basta uma conversa. O mesmo pode acontecer na hora de decidir o valor da mesada, o horário de buscá-lo na festa e assim por diante. Ao questionar a decisão do seu companheiro, você diminui a autoridade dele perante as crianças. COMO CORRIGIR: O melhor é sempre conversar antes de tomar a decisão. Se não for possível, não discuta na frente do seu filho. Espere para falar com o pai depois. ERRO 4: Comentar os defeitos do parceiro com seu filho “Seu pai é tão pão duro. Ele nunca vai comprar esse brinquedo para você”, “Nossa, sua mãe é muito atrapalhada, não consegue organizar as coisas”. Conversar sobre as falhas do seu parceiro com seu filho é tentador porque é ele que está no dia a dia ao seu lado, vivendo as mesmas situações. Mas não é um bom exemplo a ser dado. Em primeiro lugar, a atitude mostra desconsideração pelo pai (ou mãe) da criança. E, pior ainda, ela pode entender que pode fazer isso com qualquer pessoa também. COMO CORRIGIR: O comentário pode ser feito, mas na frente da pessoa para que ela possa se defender e assimilar a dica. Ah, e isso até pode virar uma brincadeira. ERRO 5: Quebrar as regras Seu filho já sabe que não pode comer assistindo TV. Mas, um belo dia, você está almoçando às pressas e liga a televisão. Rapidamente, seu filho chama a sua atenção. Para tentar escapar, você inventa uma desculpa e diz que você pode fazer isso, mas ele não. COMO CORRIGIR: Não tem jeito! O seu exemplo é a melhor solução. É ele que vai inspirar o seu filho a ser uma pessoa melhor.